UAE Emirates quer ser a melhor equipa de ciclismo do mundo em dois ou três anos

O diretor geral da UAE Emirates quer que a equipa dos portugueses Rui Costa, Rui e Ivo Oliveira seja a melhor do mundo ?em dois ou três anos?, pretendendo que os seus ciclistas sejam protagonistas em 2020.

?No plano desportivo, queremos ser, não sei se num ano, em dois ou em três, num tempo prudente, a melhor equipa do mundo. É difícil e temos de respeitar os rivais. A INEOS leva muito tempo [de trabalho] e é uma grande estrutura, e a Jumbo-Visma está a crescer em passos gigantes. Sabemos que é complicado, mas também temos de ter objetivos importantes para os tentarmos conseguir?, disse Josean Fernández Matxin, diretor geral da equipa.

Em declarações ao portal especializado Biciciclismo, Matxin diz que esta temporada quer que os seus ciclistas sejam ?protagonistas?.

?Não nos fixamos numa corrida em concreto, temos um plantel grande, de 30 corredores, e partilhámos ambições entre todos e queremos ser competitivos em todas as corridas em que vamos participar?, disse.

Com a temporada perto de recomeçar após uma longa pausa causada pela covid-19, Matxín considera que a nova normalidade ?é o menos mau?, agradecendo o esforço de União Ciclista Internacional (UCI), equipas e organizadores para o regresso da competição.

Em relação à Volta a França, Matxín apontou o italiano Fabio Aru, vencedor da Volta à Espanha em 2015, secundado pelo esloveno Tadej Pogacar, terceiro na Vuelta em 2019.

?Aru será o líder principal, porque é o que tem mais experiência, enquanto Pogacar chegará com o objetivo de aprender, sem pressão e com a ideia de ver onde pode chegar?, disse.

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Bolasie sobre Bruno Fernandes: "Está a arrasar a Premier League"

Yannick Bolasie esteve à conversa com os adeptos, na sua conta pessoal no Twitter, e mostrou-se determinado em provar a Carlo Ancelotti que merece uma oportunidade no Everton. O avançado congolês tem estado afastado do grupo desde que foi devolvido pelo Sporting, no início da pandemia da COVID-19.

"Não vejo por que não. Posso jogar em qualquer lado e estou disposto a fazer tudo pela equipa. Quando estou em campo posso fazer a diferença e ajudar a equipa no que for necessário. Se não tivesse essa ambição, não tinha saído por empréstimo. Teria ficado na equipa de sub-23. Sai para provar o que valho", disse.

O jogador recordou ainda experiência no Sporting ao lado de Bruno Fernandes, que, agora, "está a arrasar" no Manchester United.

"Estou sempre confiante porque conheço bem as minhas capacidades, mas nem tudo depende de mim. Fiz muitos jogos esta época, também joguei na Liga Europa com alguém que, neste momento, está a arrasar a Premier League", notou.

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Jogador do Inter apanhado a passar vermelho sob efeito de álcool

Marcelo Brozovic, médio do Inter, ficou sem carta de condução após ter sido apanhado sob o efeito de álcool.

A polícia viu o Rolls Royce do médio croata passar o sinal vermelho e mandou parar o jogador.

O teste do balão acabou por revelar 0,54 g/l, ligeiramente acima do limite legal em Itália, que é 0,5 g/l.

De acordo com o jornal Corriere della Sera, Brozovic também terá sido multado por conduzir um carro com matrícula alemã.

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Julio Velázquez e a saída do Vitória de Setúbal: "Não estava a concordar com a forma como a direção estava a gerir o clube"

Julio Velázquez deixou o comando técnico do Vitória de Setúbal no início deste mês, ao fim de 21 jogos, tendo sido substituído por Lito Vidigal. Em entrevista ao jornal A Bola, o técnico espanhol explicou os motivos da saída.

"Vou ser sincero: aquando da anterior direção e do tal convite para renovar depois de um mês de trabalho, considerei cedo, pois seria necessário avaliar o decurso de muitas coisas. Depois, mudou a liderança e, em diferentes ocasiões, também me falaram de renovar - é público, o presidente e o diretor desportivo disseram-no. E de um projeto", começou por dizer Julio Velázquez.

O técnico admitiu que pensou orientar a equipa até ao final da época.

"Era o meu objetivo, mas achei melhor para mim e para o clube mudar-se já. Se queriam continuar a fazer o que estavam a fazer, achei melhor que o fizesse com outro treinador. Mas considerei a renovação porque fui feliz em Setúbal e no Vitória e teria gostado de renovar, mas tinha de haver ambição, condições, de acordo com a história, a proximidade, a presença, a importância e o número de adeptos. Uma semana antes de decidir sair, repare, enviei ao director desportivo as datas de pré-época com os possíveis jogos amigáveis. Ele poderá confirmá-lo. Estava com intenção de ficar. Mas tive de ser digno e respeitar o que penso, e não estava a concordar com a forma como esta direção estava a gerir o clube", explicou.

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